domingo, 4 de setembro de 2011

Quando começar nas pontas?

Esta é uma pergunta que me tem sido feita em vários comentários. Meninas, eu não sou a melhor pessoa para responder! haha Não sou professora, nem estudei a fundo. Mas posso dizer o que já ouvi por ai. Para crianças que começam bem pequenas, aconselha-se a usar a ponta somente a partir dos 9 anos de idade. Acredito que seja em função da formação óssea. Já as adultas... bem, acho que ainda é bem relativo, pois os professores ainda estão descobrindo. Eu comecei após 1 ano de ballet. Sim, somente 1 ano. Isto porque minha professora viu que eu tinha potencial e sabia que eu estava pronta.
É fundamental ter um bom professor, alguém que preste atenção em você como indivíduo e leve sua paixão pelo ballet a sério, mesmo que você seja "adulta". Dia após dia eu falo isso para minhas leitoras, via email. Se o professor não é bom (leia-se grosso, mal-humorado, antiquado, pretensioso, etc), procure outra escola.

No começo, eram apenas 15 minutos de ponta por aula por quase 6 meses, que só depois passaram a ser 30 minutos, e que sóóó depois passaram a ser uma aula inteira. Apesar de estar fazendo aulas de ponta há praticamente 1 ano, danço muito pouco nelas e o máximo de adrenalina que cheguei foi fazer uma pirueta torta no final de uma apresentação. Trabalho de pontas é igual a todo o trabalho do ballet: lento e gradual. Não pode ter pressa, ou ansiedade. Mas é sempre bom ter confiança e garra.

Quanto a encontrar a ponta certa, como já escrevi algumas vezes aqui no blog, só testando. Teste modelos, mude de ponta e de marca, até encontrar a sua preferida, e converse com seu professor. O professor tem a obrigação de orientar o aluno na busca da primeira sapatilha de ponta!

Sapatilha de ponta não precisa ser um martírio. Dói? Dói. Principalmente no início. Mas não é para esfolar seus dedos sempre, aula após aula. Se for assim, algo está errado. A não ser que você esteja ensaiando intensamente, claro. ;)

26 comentários:

Iane Licurgo disse...

Os profs da minha escola só iniciam as pontas em crianças após os 11 ou 12 anos, mesmo q a menina tenha começado o ballet aos 4 anos. A questão está na musculatura de cada um. Colocar pontas cedo demais prejudica na formação da estrutura das crianças.. é melhor esperar um pouco do que acabar se machucando.

Gabriela disse...

Minha professora tbm indica a partir dos 11 ou 12 anos, é quando (segundo ela e outras informações que já li tbm) e estrutura óssea é capaz de suportar o esforço.
Pras adultas, é possível começar mesmo com menos de um ano, depende da evolução...

Gabriela disse...

aah, gostaria tbm de saber se alguém pode me indicar uma sapatilha nacional, com caixa baixa, de média a larga, e palmilha mais ou menos flexível. Uso a Giselle mas estou querendo trocar ;]

Tamirys Fernandes: disse...

segue meu blog? http://www.sapatilhadeballet.blogspot.com/

Tha FF disse...

Oi na realidade o uso das pontas esta ligado diretamente a força no tornozelo. Quando se faz um relevé , os tornozelos devem travar, sem tremer, isso demostra força, equilíbrio e coordenação, importantíssimo pra não se machucar virando o pé quando se coloca ponta.
Pelo menos essa é a premissa que ouvi a minha vida inteira de minhas professoras e ouço até hj quando algumas vão iniciar na ponta.
Bjs
Tha FF

Tha FF disse...

Gabriela, teste a Toshie da Só dança, tem caixa média (c) e larga (d), eu costumo comprar meio número maior e usar a gáspea (c), pra não ficar aparentando demais aquele ponta largona, é meio antiestético. :)

Anônimo disse...

Carol, queria que você fizesse um post sobre o cambré. Iniciei ele em minha ultima aula e ultimamente tenho sentido muita tontura na hora de descer as costas. Desde já, obrigada. Beijos!

MAIS UMA ANA ENTRE TANTAS... disse...

oie amo ballet desde crianca mais nunca pude fazer resolvi iniciar sozinha pois me mudei resentimente para o interior da bahia. Queria muuuuuito q vc me desse dicas pq ballet eh meu sonho. obrigada meu e mail eh fabrine.soudemais@hotmal.com
bjs e espero as dicas *_*a pude fazer resolvi iniciar sozinha pois me mudei resentimente para o interior da bahia. Queria muuuuuito q vc me desse dicas pq ballet eh meu sonho. obrigada meu e mail eh fabrine.soudemais@hotmal.com
bjs e espero as dicas *_*

Letícia disse...

Oi bem legal o posta, na minha escola é apartir dos 11 anos, depois de 4 anos de meia ponta e uma prova dificilima, bjs passa no meu blog http://eutambmdanoballet.blogspot.com desde já agradeço!há se possível dicas de alongamento de pé ou como ter colo, eu tenho força pra ponta só q meu pé fica feionho!

Gabriela disse...

Obrigada, Tha! Vou procurar por essa sapatilha.

sonhos na ponta dos pés disse...

Awwwn *-* Carol é muito ótimo seu blog. Sou a Amanda do Sonhos na Ponta dos Pés s2
To super louca pra ir pra ponta, sabe?. Mais tipo eu amo a meia ponta acho perfeita também .
Beeijos s2

óTIMO BLOG disse...

Amo suas postagens! Beijos! Sou bailarina desde os 3 anos de idade! :)

barbara disse...

Oioi, sou de Brasília também e adorei teu blog.
Fiquei curiosa em saber quantas horas de ballet você faz por semana...
Parabéns pelo blog!
Tudo de bom, beijocas.

FRANCIELLE disse...

Adoro seus posts!
Comecei o ballet este ano, com 35 anos! Como é difícil...
Mas é um sonho que estou realizando.
Torço para que vc volte em breve.
Bjos, Fran.

FRANCIELLE disse...

Adoro seus posts!
Comecei o ballet este ano, com 35 anos! Como é difícil...
Mas é um sonho que estou realizando.
Torço para que vc volte em breve.
Bjos, Fran.

mariza sameshima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Guilherme disse...

ainda bem que sou homem e não preciso me preocupar em subir nas pontas rsrs

Dani disse...

"Anônima", se a Carol e você não se importarem, vou responder essa.
Não sei se você conhece a Lisa Howell, uma fisioterapeuta australiana que trabalha exclusivamente com dança enfocando a parte do sistema nervoso, mas ela fez um post justamente sobre isso no Ballet Blog (linkado ali do ladinho). Não consegui encontrar esse em particular, mas encontrei outro em que ela fala sobre sentir náusea ou tonturas quando nos alongamos, o que é basicamente a mesma coisa. O motivo poderia ser tensão muscular em algum ponto da coluna ao pescoço, ou má postura na hora do alongamento, o que levaria ao "esticamento" de algum nervo que, por não ser flexível, acaba causando o mal-estar. E essa má postura nem significa "estar toda torta" no cambré, pode ser até um detalhe mínimo daqueles que tanto ouvimos os professores falarem.
Eu nunca tive problemas com cambré (nos meus 6 meses de ballet, lol), mas faz pouco me mudei e fiquei 1 mês parada. Quando fui experimentar a 1a escola nova, a professora me puxou MUITO pro lado no alongamento na barra e acabei machucando as costas. Desde aí, tive alguns problemas, até passando muito mal numa aula de alongamento, e todos os cambrés estavam me deixando com uma tonturinha, até que descobri um detalhezinho que estava fazendo errado: subindo não pela barriga, mas com a cabeça, pondo mais tensão ainda nas costas e no pescoço.
Desde que lembrei de usar o "panceps" pra voltar do cambré, não tenho mais problemas!
Minha dica e que no próximo cambré que você fizer, não se preocupe tanto com o quanto você consegue flexionar as costas, mas sim com todos os lugares onde você deve manter e prevenir tensão na descida e na subida. E torçamos pra que seja só isso (:

Dani disse...

Só pra destacar o que a Carol disse: se você não gosta de alguma coisa na aula, mude de escola!
Após me machucar na primeira escola candidata e morrer de vergonha por ser a única pessoa com roupa de ballet na 2a, estou felicíssima na 3a escola que experimentei desde que me mudei, mesmo sabendo que só volto pras pontas no ano que vem, porque sei que o professor é supercuidadoso e atencioso com o que estamos aptas a fazer e o que precisa de mais trabalho. E se não tivesse me encontrado ali, continuaria para a 4a!

Roberta Picoli disse...

Olá meninas!! Eu faço ballet a um tempo, só que não tive um acompanhamento de ponta adequado quando iniciei o ballet e quase não tinha aula de ponta. Hoje só faço aula na ponta na raça, pois creio que não achei ainda a sapatilha de ponta ideal para o meu pé e gostaria que alguém me ajudasse nessa questão. Estou fazendo exercícios para melhorar o colo de pé e dár mais fortalecimento, pois tenho pouco colo de pé e dependendo do passo não consigo sustentar na ponta. Estou usando a sapatilha partner box da capezio e ja usei só partner com gáspea baixa. Qual poderia experimentar? Obrigada!

Anônimo disse...

eu sou bailarina e sim é depois dos nove anos q uma criança pode começar Ballet de ponta. Mas esse ano eu faço 5 anos de Ballet, e final mente já estou na ponta

Camila Jasmin disse...

Sempre que o assunto é iniciar nas pontas eu não resisto e dou os meus pitacos, rs.
De tudo o que a Carol disse no post eu destaco o seguinte: É FUNDAMENTAL TER UM BOM PROFESSOR! Você tem que confiar no seu professor porque tem muito em jogo. Comecei a usar pontas aos catorze, tinha entrado com 12 no ballet, mas tive que trocar de academia. Depois de um ano na nova academia minha professora disse que começaríamos na ponta, só eu e mais uma menina, em uma turma de cinco, e isso era só porque as outras meninas não tinham desenvolvido o suficiente e não eram nem um pouco dedicadas. Eu fiquei muito contente, mas como minha mãe tava com problemas financeiros na época ela reformou as sapatilhas de ponta da minha irmã pra que eu usasse, eu expliquei pra professora e ela disse que não tinha problema, eu acreditei né, era minha professora. O grande problema era que a sapatilha da minha irmã já tinha o formato do pé dela, apesar dela não ter chegado a quebrar ela usou por mais ou menos um ano e depois de passar uns dois anos guardadas - depois que ela parou - tinha endurecido com a forma dos pés dela. As sapatilhas me incomodavam muito, mas eu achei que fosse o normal. Mesmo me esforçando ao máximo eu não conseguia desenvolver nem um terço do que a minha colega conseguiu (ela era realmente melhor que eu, mas com o tempo aquilo foi acabando comigo). Eu nunca consegui amolecer aquela sapatilha e quando chegou perto da apresentação a professora me deu outra sapatilha pra ensaiar, uma sapatilha usada, mas dessa vez dela mesma. As coisas ficaram mais fáceis depois disso, e vocês podem imaginar por que, né? As sapatilhas já estavam quebradas! Pareciam mais sapatilhas de meia ponta. Foram com essas sapatilhas que eu dancei no final do ano. E foi sem dúvida a pior experiência que eu tive com o ballet, a minha colega de coreografia, apesar das limitações de uma pessoa que está começando na ponta, levou tudo muito bem. Enquanto meu pé entortava e eu, nervosa, estragava a coreografia toda em cima de sapatilhas que não fui eu quem quebrou. Eu torci o pé nesse dia. Só depois fui descobrir que sapatilhas de ponta são absolutamente pessoais e intransferíveis, mas o estrago já tinha sido feito. Eu mudei de academia e quando me perguntaram por experiência eu disse que nunca tinha subido nas sapatilhas de ponta porque eu realmente desconsiderei aquela experiência. Depois eu comecei a ter aulas de ponta de novo, e aí sim, posso dizer que comecei o trabalho com pontas. Não durou muito pq logo depois eu parei, mas em breve vou voltar às aulas e espero que as pontas não demorem muito.

PS: antes de fazer aulas de ponta pela segunda vez eu conversei muitas vezes com a professora, e ela me explicou que não existe um tempo, cada bailarina faz o tempo de acordo com o próprio progresso, mas que com relação à crianças só se pode colocar pontas a partir dos doze para evitar problemas nos ossos das crianças.

Camis Bechstedt disse...

Paraz as crianças, pontas aos 9 anos nem pensar! A solidez dos ossos do pé ainda não está pronta p utilizar a tal sapatilha. O correto é com 11, 12 anos.

Camis Bechstedt disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Camis Bechstedt disse...

Para as crianças, pontas aos 9 anos nem pensar! A solidez dos ossos do pé ainda não está pronta p utilizar a tal sapatilha. O correto é com 11, 12 anos.

Camis Bechstedt disse...

Para as crianças, pontas aos 9 anos nem pensar! A solidez dos ossos do pé ainda não está pronta p utilizar a tal sapatilha. O correto é com 11, 12 anos.